carta a Mário Cesariny

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Agora a ti pergunto: pode-se viver sem amor? pode-se viver sem um objecto de amor, digo de conquista, de entrega, de surpresa, de sangue e nervos, mesmo só imaginado ou desejado em sonhos? Pode-se viver sem uma esperança? Estás ou estarias tu ainda vivo sem isso? o teu poema de hoje não é o sinal da tua SAÚDE? Melancólico ou funéreo, não é ainda VIDA TUA?


Luiz Pacheco
carta a Mário Cesariny

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